terça-feira, 29 de setembro de 2009

Gestar II - Encontros em Guaraí

O Gestar II é um programa de formação continuada voltado para os professores dos Anos Finais do Ensino Fundamental. No município de Guaraí 14 professores participam da formação. Todos os professores são licenciados em Letras e/ou Pedagogia e possuem especialização. Os encontros presenciais são realizados tendo como foco a socialização dos assuntos discutidos em cada caderno de Teoria e Prática e relatos da utilização dos AAA em sala de aula pelos cursistas. Na fotos, os cursistas da turma de Língua Portuguesa estão participando da leitura e estudo em grupo do texto complementar "O que é Línguística? O que é sociolinguística?", seguido da discussão e debate em sala.
Postado por - Adriano Miranda - Formador de Língua Portuguesa

domingo, 27 de setembro de 2009

VOCÊ É UM PROFESSOR DIGIT@L?


Um professor digital é aquele que possui habilidades para fazer um bom uso do computador para si mesmo e, por extensão, é capaz de usá-lo de forma produtiva para o enriquecimento de sua prática docente.
A seguir, foram listadas algumas habilidades básicas necessárias ao professor digital. Quanto mais forem as habilidades possuídas, mais perto se chegará desse perfil.Vamos ao teste?


1. Possuo um endereço de e-mail e o utilizo,pelo menos, duas vezes por semana.
2. Possuo um blog, um site ou uma página atualizável na internet, onde regularmente produzo, socializo e confronto meus conhecimentos com outras pessoas.
3. Participo ativamente de um ou mais "grupos de discussão", fórum ou comunidade virtual ligada a minha atividade profissional.
4. Possuo algum programa de trocas de mensagens on-line, como o MSN, e o utilizo para fins profissionais pelo menos uma vez por semana.
5. Leio regularmente algum periódico on-line (mesmo que gratuito) sobre notícias e novidades relacionadas à Educação ou à minha disciplina específica.
6. Preparo materiais didáticos diversos usando um processador de texto, uma planilha eletrônica ou um programa de apresentações multimídias.
7. Faço pesquisas na Internet regularmente com vistas à preparação de minhas aulas e,preferencialmente, mantenho um banco de dados com sites úteis para a minha disciplina e a Educação em geral.
8. Preparo pelo menos uma aula por bimestre, de minha disciplina, onde os alunos usarão computadores e a sala de informática de forma produtiva e não apenas para "matar o tempo".
9. Mantenho contacto com o computador por, pelo menos, uma hora diária, em média.
10. Mantenho-me atento às possibilidades de uso pedagógico das novas tecnologias que surgem continuamente e tento implementar novas metodologias em minhas aulas.
E aí? Você se enquadrou em, pelo menos, três das habilidades listadas? Note que, em nenhum item da listagem foi colocada a necessidade de se possuir um computador, porque, de fato, isso não é,essencialmente, necessário para ser um professor digital.

(Adaptação de artigo de José Carlos Antonio.Formado em Física, professor atuante nas redes pública e particular de ensino há 25 anos, autor de material didático, editor de Ciências e Informática Educacional do jornal eletrônico ZOOM e colaborador do EducaRede desde 2003).
Postado por Adriana Santos (formadora GESTAR/UnB)

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Projeto Folclore Edição 2009 na Escola Municipal Daniel Batista desenvolvido pela Cursista Lucimar Pereira

Mesa com comidas típicas de "Norte a Sul"




Atividades Lúdicas da Gincana "Folclórica"
Gincana "Folclórica" desenvolvida na Escola


Culminância do Projeto Folclore 2009 com participação de toda Equipe Escolar

Segundo o diretor Ivo Hemkemeier, da Escola Municipal Daniel Batista, Palmas/TO "O gestar 2 de Português está possibilitando que a prática em sala de aula seja mais dinâmica e, consequentemente, mais envolvente propiciando melhoria no processo ensino-aprendizagem."

Apresentação da TP 3 - Gêneros Textuais em Palmas - TO

Cursistas e formadoras durante o Encontro do Gestar 2

Cursista Neide participando das atividades do TP 3

Cursista Lucimar com as formadoras Ruth Assunção e Gislene Camargos

Formadora Gislene resolvendo atividades sobre os Genêros Textuais (TP 3)

Cursista Lucimar Pereira realizando atividades da TP 3 com as
colegas cursistas Neide e Inocência da ETI Vinícius de Morais


Cartaz ilustrando os tipos textuais confeccionado pela cursita
Lucimar Pereira

A cursista Lucimar Pereira, da Escola Munipal Daniel Batista, apresentando a TP3 - Gêneros Textuais durante Encontro do Gestar 2



quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Releitura de textos através de maquetes - I












A professora Lucy Maia, da Esc. Mul. Olga Benário em Palmas-TO, desenvolvia algumas atividades de leitura e produção de texto e, após participar de um momento de troca de experiências entre professores cursistas do GESTAR, resolveu dinamizar suas aulas com uma atividade de releitura de textos através da construção de maquetes. As fotos a seguir são um breve registro da culminância da ação.

Releitura do livro "Por trás das portas" - II

Trabalho de alunos do 7º ano.

Releitura do livro "O forte dos esqueletos" através de maquete - III

Trabalho de alunos de 7º ano.

Releitura de Gibis através de maquetes - IV






Trabalho de alunos do 6º ano acerca de uma história da Turma Mônica.





Esse trabalho pode ser sintetizado pelas palavras da professora:



"Foi um trabalho positivo! Os alunos se sentiram motivados...os resultados foram surpreendentes! Alunos que tinham dificuldades na oralidade conseguiram relatar a história lida e, nessa oportunidade, foram descobertos alunos que poderiam ser contadores de histórias. Os alunos ficaram tão empolgados que pediram para contar as histórias nas séries iniciais: as crianças que assistiram nem piscavam..."



Com auxílio técnico de Rodrigo Mota, Formador de Matemática.

Relatos dos alunos sobre as releituras.





terça-feira, 22 de setembro de 2009

TEXTO DE AUTORIA DA FORMADORA GISLENE/ PALMAS

Oi colegas, com a ajuda técnica do meu amigo Rodrigo (Gestar 2 de Matemática) consegui postar mais um artigo... bjs
Gislene Pires de Camargos Ferreira

Ensino de Língua Portuguesa: para quê?

Refletir sobre o ensino de Língua Portuguesa é percorrer um caminho marcadamente político e social rumo a uma educação inclusiva, libertadora e transformadora.
A autora Magda Becker Soares em seu livro Linguagem e escola - uma perspectiva social ressalta que a escola é um dos principais mecanismos para se conseguir a ascensão social. Entretanto, a escola, que deveria ser para o povo, é “antes contra o povo”, porque privilegia as classes dominantes, cuja linguagem sobressai em detrimento dos dialetos das classes populares. Assim sendo, a escola contribui para o freqüente fracasso escolar dos alunos oriundos das classes menos favorecidas. Nessa obra são apresentados alguns estudos desenvolvidos desde a metade do século XIX com o objetivo de explicar o fracasso escolar. Segundo o primeiro deles – a ideologia do dom – o baixo rendimento do aluno devia-se à sua incapacidade de se adequar ao que a escola oferecia.
A segunda explicação – a ideologia da deficiência cultural, atribuía o fracasso ao “déficit cultural” dos alunos. Enquanto a ideologia das diferenças culturais explica o fracasso escolar como conseqüência da discriminação que os alunos das classes desprivilegiadas sofrem por parte da escola, uma vez que a mesma não reconhece as variações lingüísticas que os educandos pertencentes às camadas populares apresentam.
Soares ressalta que a escola impõe a norma culta a indivíduos que não a dominam resultando o fracasso escolar. Sabe-se da importância do domínio da normal culta ou padrão para promover a ascensão social dos alunos, porém não se pode desprezar sua própria linguagem e cultura.
Assim sendo, é necessário que se adote o bidialetismo, não para abandonar e negar a bagagem lingüística e cultural do educando, mas para torná-lo apto a participar da transformação de sua condição social.
Sabe-se que os valores, os costumes, as crenças e os comportamentos partilhados por determinados grupos constituem a sua cultura. Por isso, não existem culturas deficientes, existem, sim, culturas diferentes. Porém, a maioria das escolas privilegia o padrão cultural das classes dominantes em detrimento do padrão das classes dominadas. Nas palavras da autora “o aluno sofre, dessa forma, um processo de marginalização e fracassa”. Tal fato não ocorre por deficiências intelectuais ou culturais do aluno, como defendiam a ideologia do dom e a ideologia das deficiências culturais.
O fracasso ocorre porque os valores da escola atuam em sentido contrário ao dos interesses dos alunos e tendem a precipitar sua expulsão da escola. É como se o sistema fosse instalado para garantir que eles passem pela escola e a abandonem como analfabetos.
Para elucidar os caminhos possíveis para que a escola comprometida com a luta contra as desigualdades cumpra seu papel social, a autora sugere que as forças progressistas nela presentes sejam vitalizadas e direcionadas adequadamente garantindo, assim, às classes populares a aquisição dos conhecimentos e habilidades que as instrumentalizem para a participação no processo de transformação social.
Ao delinear esses caminhos, Soares salienta que é imprescindível a todos os atores envolvidos no processo educacional que atuam na instituição (professores, diretores, supervisores e orientadores) a compreensão das relações entre linguagem e classe social, pois estas não se restringem à área do ensino de língua materna. Sendo a língua o principal instrumento de ensino e aprendizagem, sua importância envolve todas as matérias e todas as atividades. Afinal se a escola pretende cumprir seu papel de transformação não se pode negar o papel fundamental da linguagem.
Soares propõe o bidialetanismo para que o aluno possa adquirir o variante padrão sem esquecer seu dialeto para que consiga transformar sua condição de marginalidade. Assim, o currículo dominante deve, gradativamente, vir a ser dominado pelos alunos “dependentes” de modo a ajudá-los em sua luta pela eqüidade social e pela justiça social.
Espera-se que essas ponderações possam representar um convite à reflexão sobre o ensino de língua portuguesa junto às camadas desfavorecidas, reforçando a visão de uma educação transformadora e emancipatória rumo à autonomia e ascensão social do educando das camadas populares.
Recomenda-se que os atores envolvidos no processo educacional, principalmente aqueles que atuam em escolas públicas destinadas às camadas populares, possam utilizar metodologias que contemplem essa temática. E, consequentemente, contribuir para que não ocorra o fracasso escolar nas classes dominadas, construído sob interesses das classes dominantes. E ao mesmo tempo acenar caminhos para uma política educacional que promova a ascensão social de seus educandos. Nas palavras de Soares: “ensinar por meio da língua e, principalmente, ensinar a língua são tarefas não só técnicas, mas também políticas”.
Gislene Pires de Camargos Ferreira

sábado, 19 de setembro de 2009

COMPARTILHANDO LEITURAS...

"PAPOS"
Luís Fernando Veríssimo

- Me disseram...
- Disseram-me.
- Hein?
- O correto é "disseram-me". Não "me disseram".
- Eu falo como quero. E te digo mais... Ou é "digo-te"?
- O quê?
- Digo-te que você...
- O "te" e o "você" não combinam.
- Lhe digo?
- Também não. O que você ia me dizer?
- Que você está sendo grosseiro, pedante e chato. E que eu vou te partir a cara. Lhe partir a cara. Partir a sua cara. Como é que se diz?
- Partir-te a cara.
- Pois é. Parti-la hei de, se você não parar de me corrigir. Ou corrigir-me.
- É para o seu bem.
- Dispenso as suas correções. Vê se esquece-me. Falo como bem entender.Mais uma correção e eu...
- O quê?
- O mato.
- Que mato?
- Mato-o. Mato-lhe. Mato você. Matar-lhe-ei-te. Ouviu bem?
- Eu só estava querendo...
- Pois esqueça-o e pára-te. Pronome no lugar certo é elitismo!
- Se você prefere falar errado...
- Falo como todo mundo fala. O importante é me entenderem. Ou entenderem-me?
- No caso... não sei.
- Ah, não sabe? Não o sabes? Sabes-lo não?
- Esquece.
- Não. Como "esquece"? Você prefere falar errado? E o certo é "esquece" ou"esqueça"? Ilumine-me. Me diga. Ensines-lo-me, vamos.
- Depende.
- Depende. Perfeito. Não o sabes. Ensinar-me-lo-ias se o soubesses, mas não sabes-o.
- Está bem, está bem. Desculpe. Fale como quiser.
- Agradeço-lhe a permissão para falar errado que mas dás. Mas não posso mais dizer-lo-te o que dizer-te-ia.
- Por quê?
- Porque, com todo este papo, esqueci-lo.

CAPTURANDO VENTO...

A vocês,

Queridos formadores de Tocantins!

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Ensino de Língua Portuguesa: ensinar o quê?

Olá, colegas!

Postei abaixo algumas reflexões sobre o ensino de Língua Portuguesa...espero que gostem!

Gislene

Palmas-TO

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Ensino de Língua Portuguesa: ensinar o quê?
Gislene Pires de Camargos Ferreira

Nos últimos anos, a problemática do ensino-aprendizagem de Língua Portuguesa tem representado uma preocupação e objeto de pesquisa de vários linguistas brasileiros abrangendo os diferentes níveis de educação.
O processo de alfabetização e do ensino-aprendizagem de Português é bastante complexo e permeado por diversas variáveis que vão desde o contexto socioeconômico em que está inserido o educando, perpassando os processos e métodos de ensino, a formação do docente e vários outros aspectos pertinentes à prática docente. Assim sendo, não nos parece fácil oferecer ou apontar soluções prontas e acabadas.
Sabemos que a extensão da escolaridade obrigatória, a permanência de um grande número de alunos cujas motivações, expectativas e competências são diferentes e apontam para um grande desafio que a escola precisa enfrentar.
É importante ressaltar que a escola necessita estar preparada para receber os alunos oriundos das camadas menos favorecidas e também aqueles provenientes da zona rural. Afinal, estes possuem seus dialetos e suas especificidades e nós, educadores, precisamos estar atentos a tudo isso para possibilitar a “construção” de uma escola acolhedora e inclusiva.
Com esta reflexão procuro fazer uma abordagem do ensino de Língua Portuguesa sob o olhar da Linguística – ciência que estuda a linguagem humana – considerada uma referência no âmbito dessa temática, numa tentativa de clarificar os fatores que estão na base e que permeiam esta problemática.
Torna-se urgente a elaboração de pesquisas realizadas no quadro de diferentes orientações paradigmáticas que permitam definir e encarar a problemática sob diferentes aspectos.
O primeiro ângulo a ser observado é a importante função social da linguagem e seu aspecto mais importante: a comunicação. Afinal, somos seres de relações e a linguagem desempenha um importantíssimo papel na vida pessoal, profissional e social do individuo. Em seguida, é imprescindível articular a aquisição da linguagem e seu desenvolvimento à vida e à ascensão social promovendo assim a verdadeira transformação.
Vários estudiosos e pesquisadores enfatizam a importância do ensino de Língua Portuguesa de maneira mais natural, sem estar tão acorrentada à gramática ditatorial que, ao invés de incentivar e abrir novos horizontes para que o aluno se comunique com mais facilidade faz o papel contrário, deixando no educando aquela sensação de impotência diante de tantas normas, regras, exceções etc.
É necessário que se faça uma crítica à escola tradicional que prioriza o estudo da língua como gramática pura, pois a língua deveria ser estudada como meio de comunicação. Nas palavras de Luft: “um ensino gramaticalista abafa justamente os talentos naturais, incute insegurança na linguagem, gera aversão ao estudo do idioma, horror à expressão livre e autêntica de si mesmo”.
Nascemos programados para falar, o conhecimento da criança vai muito além dos dados linguísticos primários que lhe foram apresentados, elas já sabem muito mais do que aquilo que aprenderam, elaborando diária e inconscientemente sua linguagem. A língua da criança se desenvolve naturalmente e sua linguagem dependerá, em nível cultural e vocabular, do ambiente em que vive e dos modelos em que é exposta para liberar sua própria capacidade.
Para efetivar o processo de aprendizagem é necessário repensar as formas tradicionais de ensino, já que os educandos não sabem o porquê de se estudar a gramática. A justificativa de que ela ensina o “certo” já está ultrapassada. Ressalta-se a complexidade da teoria da língua que a criança constrói / internaliza em sua mente. Todos os indivíduos, mesmo os analfabetos, acabam construindo essas complexas teorias.
Finalmente, nota-se que muitos professores costumam usar a disciplina como pretexto para ensinar gramática. Como se mais importante que contagiar o aluno com o encantamento pela palavra fosse fazer com que ele assimilasse regras gramaticais, para simplesmente passar de ano e escrever corretamente. Na realidade, escrever bem é usar a linguagem para se comunicar com clareza e estilo. É preciso dom e visão para ensinar o verdadeiro amor pelas palavras, pelos bons textos literários, pela língua materna, sem posturas opressoras, sem obsessão por uma gramática imóvel e sem evolução.
É imprescindível e urgente a necessidade de repensar o ensino de Língua Portuguesa rumo a uma educação que promova a emancipação e a autonomia do educando. Afinal, língua é vida. E o verdadeiro papel dessa disciplina é possibilitar a formação de indivíduos que saibam escutar, falar, ler, interpretar e escrever. Nas palavras de Luft: “um ensino libertador, a libertação pela palavra: este o grande objetivo a perseguir em nossas aulas de língua materna. Liberto e consciente de seus poderes de linguagem, o aluno terá como crescer, desenvolver o espírito critico e expressar toda a sua criatividade”.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Encontro de Acompanhamento: Formadores em Ação


Produção textual sugerida pelo AAA 6




Equipe de Formadores do Tocantins

O Gestar II é um programa de formação continuada para professores dos Anos Finais do Ensino Fundamental (6° ao 9° Ano). O principal objetivo do programa é contribuir para uma reflexão da prática docente, objetivando ao professor um redimensionamento do planejamento contribuindo com a qualidade social do ensino.
Na foto, estão os formadores do Gestar II dos municípios do Estado do Tocantins que aderiram ao programa. Na fileira em pé estão (E) Gislene (Palmas), Ruth (Palmas), Alice (Porto Nacional), Alzirene (Lajeado), Maria Célia (Miranorte), Simone (Dianópolis), Uilma (Santa Tereza do Tocantins), Adriano (Guaraí). Na segunda fileira, sentados, estão Maria Aldenira (Maurilândia do Tocantins), nossa formadora da UNB Adriana Oliveira, Franciele (Gurupi) e Benaí (São Miguel do Tocantins).
Visitem nosso blog e vejam todas as ações realizadas por esta mega, super, ultra, hiper equipe de formadores!