domingo, 6 de dezembro de 2009

SEMINÁRIO DE AVALIAÇÃO - PALMAS 26 e 27/11

Gestar Sertanejo-Finá de Incontro

Adispois di tanto istudo
Di tanto TP gostoso,
Nóis si incontremo.
Foi um incontro fatá!
Eu disse: Cabô!
Todos dissero: Danô-se!
Mais ninguém quis se largar.
Di repenti tudo mudô
Pois a UNDIME apariceu
Com um tar di coquiter
Pra módi nóis si fartar
Nóis partiu pra riba dele
Cum fogo acesu nu oiá
Se a mesa num fossi di táuba
Tinha ficadu em dois pedaço.
E nóis comemu.
Sim,todos nóis comemu,
Cumo si pódi comê.
Foi tanto pudim gostosu!
Tanto sargado gostosu!
Antonce nóis si alembremo:
U Brasi é tão piqueno,
Logo nóis vai si incontrá.

Alice Justiniano da Luz-Porto Nacional
Formadora de Língua Portuguesa

Esse texto, paródia do texto "Finá de Ato", produzido pela queridíssima Alice, foi apresentado no Seminário de Avaliação do Programa Gestar II, num momento de confraternização entre os formadores de Português e de Matemática, as formadoras UnB (Adriana Santos e Cristiane Mezzaroba) e a UNDIME, que nos presenteou com um delicioso coquetel.

domingo, 29 de novembro de 2009

http://revistaescola.abril.com.br/producao-de-texto/concepcoes-de-linguagem.shtml

C@ríssimos!

Na "Nova Escola on line" há uma excelente matéria sobre produção textual. O interessante é que ela vai ao encontro de tudo que propõe a metodologia GESTAR 2.
Vale à pena conferir!
Até mais!

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Crônica de autoria da Professora Formadora do Gestar 2, de Língua Portuguesa, de Palmas - TO, Ruth Maria Feitosa Assunção

Quem Comanda?

Em tempos de correria, do vai e vem, do vem e vai do cotidiano, em que as pessoas não tem tempo para diversão, a Solidão toma conta dos indivíduos. Não temos tempo de conhecer pessoas, de fazer novas amizades, nem tampouco de cultivar as velhas. Já não temos tempo de fazer ao menos uma ligação para dizer um oi ou saber de nosso antigo amigo como ele está...

Com a Internet, a Solidão se solidificou ainda mais, temos vários amigos na nossa lista de endereços eletrônicos, mas a maioria desses "amigos" nem sequer conhecemos, e os que conhecemos, não temos tempo de enviar um e-mail contando como estamos e procurando saber como ele está. Apenas reencaminhamos e-mails recebidos de desconhecidos.

Essa Solidão que nos acompanha por aí, nos impede de sermos realmente felizes. Será? Se fosse assim, talvez corrêssemos atrás dessa tal Felicidade, se bem que, como irei atrás de algo que nem sei o que é? Se eu nunca a conheci, como eu reconhecerei e saberei o que é a Felicidade se porventura um dia encontrá-la?

É neste momento que ouço as pessoas ao meu redor falando: " É a vida, é assim mesmo, é assim que as coisas são." Vida? Quem é essa tal de Vida? Quem ela pensa que é para interferir em minha ações, nos meus atos? Quem é ela para querer ser a causadora da minha Solidão? Pensando bem, essa tal Solidão é uma estranha, uma estranha que se apoderou de mim e da tal da Vida que a mim também pertence, fazendo com que a Felicidade se afaste.

É... Não é fácil, estou totalmente confusa, já não sei quem comanda minhas ações. Não sei se é o mestre Tempo, a sofisticada Internet, a tal da Vida, a tão sonhada Felicidade ou a senhora Solidão que grita dentro de mim desesperada, querendo sufocar-me e aprisionar minh'alma.

domingo, 1 de novembro de 2009

Vídeos do Projeto Relatos de Memórias. Palmas-TO

Esta é a aluna Hellen Natasha relatando sua história, e em seguida temos a aluna Mirelly Marinho, ambas da turma 070. Este vídeo mostra uma das ações do Projeto Relatos de Memórias desenvolvido pela professora Hulaneide Gomes Martins da ETI Vinícius de Moraes em Palmas.

Projeto Relatos de Memórias - Palmas

Objetivo Geral
Pesquisar, produzir e apresentar um romance autobiográfico a partir de histórias relacionadas à infância para publicação de um livro produzido pela turma.

Ações


- Apresentação do Projeto às turmas 070 e 071.





- Promoção do encontro com a família.
A aluna Vitória Nascimento promove o encontro com a sua família para o resgate de lembranças vivenciadas na infância.



Momento da Partilha 1: - Apresentação oral das melhores histórias contadas em família.




- Exibição do filme “Forrest Gump – O contador de histórias



Neste filme foi trabalhado a aceitação das diferenças, visando diminuir a discriminação para com as pessoas que apresentam alguma deficiência física ou psicológica. Foi trabalhado também a valorização dos sentimentos e emoções vivenciados em nossa vida como o amor, o afeto, o respeito, a fidelidade e a amizade, deixando de lado o dinheiro, a fama e o consumo exacerbado como ideais de felicidade.



Textos trabalhados
- Visando a temática, a estrutura textual e o uso dos advérbios como intensificadores de sentidos, foram trabalhados os textos: A casa de José Paulo Paes, Conta de novo a história da noite em que eu nasci de Jamie-Lee Curtis e A Carta de Lygia Bojunga.



- Produção dos textos autobiográficos.
A aluna Sabrina Araujo produz seu texto final com a participação de sua mãe.


- Digitação do texto escolhido e envio por e-mail para a correção.



- Ilustração da história final para a apresentação oral do texto selecionado.




Momento da Partilha 2:
- Apresentação oral da história que será publicada.
Este foi o momento mais emocionante do projeto.
Todos os relatos foram devidamente filmados.


Escola Mul. de Tempo Integral Vinícius de Moraes
Professora: Hulaneide Gomes Martins
Disciplina: Língua Portuguesa
Público Alvo: 7ª série – Turmas 070 e 071

GINCANA REALIZADA COM OS ALUNOS DO 9º ANO SOBRE ORAÇÕES SUBORDINADAS SUBSTANTIVAS PELA PROFESSORA LUCY DA ESCOLA MUNICIPAL OLGA BENARIO EM PALMAS - TO

OBJETIVO DA AÇÃO: Propor aos alunos uma aula diferente observando a integração entre eles avaliando o aprendizado do conteúdo explorado em sala.













A atividade proposta foi um sucesso. Na qual pude contar com a participação dos colegas Osmarina, Edilson e Jaqueline. Foi engraçado e divertido, os alunos interagiram de maneira harmônica e descontraída mostrando o que absorveram em sala de aula.













APRESENTAÇÃO DA TP 4 PELA CURSISTA LUCY DA ESCOLA MUNICIPAL OLGA BENARIO EM PALMAS


Leitura compartilhada do livro "O limpador de placas" Nonika Feth - Antoni Boratynski





































APRESENTAÇÃO DE TP 2 PELAS CURSISTAS MARIA ELENA E ROSA MARIA DA ESCOLA MUNICIPAL DARCI RIBEIRO EM PALMAS

Apresentação teatral do texto cavaliho azul AAA2 pelos alunos do 7º ano.













































terça-feira, 27 de outubro de 2009

Entrevista com Aurélio Póvoa

A professora de Língua Portuguesa e Literatura Brasileira da Escola Mul. Vinícius de Moraes, Hulaneide Gomes Martins, entrevistou o vencedor do 1º Soletrando Brasil, Aurélio Póvoa. Nesta entrevista exibida para seus alunos de 7ª e 8ª séries, ele destaca a importância da leitura e do tratamento que dera a língua materna desde pequeno. A finalidade desta foi descobrir os caminhos para o sucesso alcançado por Aurélio e estimular o hábito da leitura e da aproximação dos alunos com a nossa língua.

Vídeo produzido para o Projeto A Literatura Além dos Livros

Este vídeo foi produzido pelos alunos da turma 081 da Escola Mul. Vinícius de Moraes, baseado na obra O Cortiço de Aluísio Azevedo. Ele é um dos resultados do Projeto A Literatura Além dos Livros desenvolvido pela professora Hulaneide Gomes Martins.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

A Literatura Além dos Livros

Objetivo Geral
Trabalhar de forma diferenciada o universo da leitura de clássicos literários brasileiros.
Obras trabalhadas: O Alienista de Machado de Assis, O Cortiço de Aluísio Azevedo e A Escrava Isaura de Bernardo Guimarães.

Ações - Apresentação do Projeto e distribuição dos livros para os grupos.


- Leitura dos livros, seleção de cenas com discussões de fatos para roteirização da história.

- Exibição de documentários sobre os autores trabalhados.



- Apresentação da pesquisa sobre a biografia do autor e o contexto histórico do livro trabalhado.



- Ensaios e produção das filmagens.


Escola Mul. de Tempo Integral Vinícius de Moraes
Professora: Hulaneide Gomes Martins
Disciplina: Literatura Brasileira
Público Alvo: 8ª série – Turmas 080 e 081


terça-feira, 20 de outubro de 2009

Desabafo - Poema construído pela cursista Lucimar Araújo da Escola Municipal Daniel Batista Palmas-Tocantins

Do gestar quero um pouquinho falar
Confesso, não foi fácil participar
Tenho tantas atividades na escola a executar
E aumentar mais uma para minha cabeça atormentar

Ah!Quantas TPs para estudar
Portfólio para apresentar
Só de pensar, já estava aos prantos derramar
Não queria dessa problemática enfrentar

Em certo momento fiquei a pensar
Em tudo para o alto jogar
Assumo que cheguei até tentar
Mas algo em minha mente estava a incomodar

Não conseguia do curso enrolar
Gosto de trabalhar, criar, diversificar
E sem mais nem menos, estou aquii a participar
Não tenho o que reclamar
Do nosso grupo só a elogiar
A cada encontro experiência a somar
Para nossas aulas o aluno mais interessado ficar.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Preconceito Lingüístico. O que é, como se faz.

Saudações colegas,

Esta resenha, acerca do Livro "Preconceito Lingüístico. O que é, como se faz." do Marcos Bagno, foi apresentada no meu trabalho de mestrado. Espero que sirva para ajudá-los.

Abraços,

Gislene

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Escrever sobre o livro Preconceito Lingüístico o que é, como se faz de Marcos Bagno é um convite instigante à reflexão do ensino de língua materna, especificamente, de Língua Portuguesa. Encarar o ensino de Português, principalmente nas escolas públicas onde o aluno, na sua grande maioria, é oriundo das camadas menos favorecidas, como uma ferramenta que possibilita percorrer um caminho político e social que leve a uma educação que promova a inclusão, a libertação, a transformação e a ascensão social.
Marcos Bagno é doutor em língua portuguesa pela Universidade de São Paulo, mestre em Lingüística, poeta, tradutor e contista premiado. Tem diversos livros dedicados ao público infantil e juvenil, alguns dos quais considerados "altamente recomendáveis" pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil. É mineiro de Cataguases, escreveu o livro de contos A Invenção das Horas, ganhador do quarto Prêmio Bienal Nestlé de Literatura em 1988. Em o Preconceito Lingüístico - o que é, como se faz publicado em 1989 pela editora Loyola, Bagno faz uma discussão profunda sobre as implicações político-sociais da língua retomando o que já havia discutido em seu livro "A Língua de Eulália", novela sociolingüística que aborda a forma preconceituosa que a língua é tratada na escola e na sociedade.
O autor recusa, veementemente, a noção simplista da grande maioria dos gramáticos tradicionais que definem o uso da língua em "certo" e "errado", aprofunda e dedica-se a uma reflexão dos fenômenos do português falado e escrito no Brasil. Simultaneamente convida o leitor a fazer um passeio pela mitologia do preconceito lingüístico, com a finalidade de combater esse preconceito no nosso dia a dia, na atividade pedagógica de professores em geral, particularmente, dos professores de língua portuguesa.
Bagno parte do princípio de que a língua é um tema político, pois só existe língua se houver seres humanos que a falem. A partir disso, o autor constrói seu texto politizando a Lingüística que é a ciência que estuda a linguagem humana e suas implicações socioeconomicas. No primeiro capítulo descreve e (des)constrói oito mitos relacionados à língua portuguesa que são: mito 1 "A língua portuguesa falada no Brasil apresenta uma unidade surpreendente"; mito 2 "Brasileiro não sabe português/ só em Portugal se fala bem português"; mito 3 "Português é muito difícil"; mito 4 "As pessoas sem instrução falam tudo errado"; mito 5 "O lugar onde melhor se fala o português no Brasil é o Maranhão"; mito 6 "O certo é falar assim porque se escreve assim"; mito 7 "É preciso saber gramática para falar e escrever bem"; mito 8 "O domínio da norma culta é um instrumento de ascensão social".
No segundo capítulo "O círculo vicioso do preconceito lingüístico", o autor enfatiza que os oito mitos examinados são transmitidos e perpetuados em nossa sociedade. Esse círculo vicioso é formado pela junção de três elementos que Bagno denomina a "Santíssima Trindade" do preconceito lingüístico que são a gramática tradicional, os métodos tradicionais de ensino e os livros didáticos. Ressalta ainda os esforços do Ministério da Educação, através dos Parâmetros Currículares Nacionais - PCNs - para estimular uma postura menos dogmática e mais flexível no ensino de língua portuguesa.
No terceiro capítulo "A desconstrução do preconceito lingüístico" Bagno discute e propõe a ruptura do círculo vicioso, afirmando que a norma culta é reservada, por questões de ordem política, econômica, social e cultural a poucas pessoas no Brasil.
Sugere e incentiva a mudança de atitude do professor que deve refletir sobre a não aceitação de dogmas e adotar uma nova postura crítica em relação ao seu próprio objeto de trabalho: a norma culta. Essa mudança, do ponto de vista teórico, poderia ser simbolizada numa troca de sílabas: ao invés de rePEtir alguma coisa, o professor deveria reFLEtir sobre ela.
O autor salienta a importância da formação continuada do professor: "é preciso que cada professor de língua assuma uma posição de cientista e investigador, de produtor de seu próprio conhecimento lingüístico teórico e prático, e abandone a velha atitude repetidora e reprodutora de uma doutrina gramatical contraditória e incoerente".
O referido livro propõe a reflexão sobre o ensino de língua portuguesa, principalmente, junto às classes menos favorecidas e mudanças significativas na postura dos profissionais dessa área. Nas palavras do autor: "Ensinar bem é ensinar para o bem. Ensinar para o bem significa respeitar o conhecimento intuitivo do aluno, valorizar o que ele já sabe do mundo, da vida, reconhecer na língua que ele fala a sua própria identidade como ser humano. (...) Somente assim, no início de cada ano letivo este indivíduo poderá comemorar a volta às aulas, em vez de lamentar a voltas às jaulas.

Linguagem e escola – uma perspectiva social

Olá colegas, eis a resenha do livro "Linguagem e escola – uma perspectiva social" da Magda Soares, espero que possam utilizá-la em seus trabalhos.

Abraços,

Gislene
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Gislene Pires de Camargos Ferreira

Escrever sobre o livro Linguagem e escola – uma perspectiva social de Magda Soares é percorrer um caminho marcadamente político e social rumo a uma educação inclusiva, libertadora e transformadora.
Magda Soares é doutora e livre-docente em Educação pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Professora titular emérita da Faculdade de Educação dessa Universidade, é autora de diversos livros sobre o ensino de Português e de coleções didáticas para o nível fundamental.
A autora ressalta que a escola é um dos principais mecanismos para se conseguir a ascensão social. Entretanto, a escola, que deveria ser para o povo, e “antes contra o povo” (SOARES, p. ), porque privilegia as classes dominantes, cuja linguagem sobressai em detrimento dos dialetos das classes populares. Assim sendo, a escola contribui para o freqüente fracasso escolar dos alunos oriundos das classes menos favorecidas. Nessa obra são apresentados alguns estudos desenvolvidos desde a metade do século XIX com o objetivo de explicar o fracasso escolar. Segundo o primeiro deles – a ideologia do dom – o baixo rendimento do aluno devia-se à sua incapacidade de se adequar ao que a escola oferecia.
A segunda explicação – a ideologia da deficiência cultural, atribuía o fracasso ao “déficit cultural” dos alunos. Enquanto a ideologia das diferenças culturais explica o fracasso escolar como conseqüência da discriminação que os alunos das classes desprivilegiadas sofrem por parte da escola, uma vez que a mesma não reconhece as variações lingüísticas que os educandos pertencentes às camadas populares apresentam.
Soares ressalta que a escola impõe a norma culta a indivíduos que não a dominam resultando o fracasso escolar. Sabe-se da importância do domínio da normal culta ou padrão para promover a ascensão social dos alunos, porém não se pode desprezar sua própria linguagem e cultura.
Assim sendo, é necessário que se adote o bidialetismo, não para abandonar e negar sua bagagem lingüística e cultural, mas para tornar-se apto a participar da transformação de sua condição social.
Sabe-se que os valores, os costumes, as crenças e os comportamentos partilhados por determinados grupos constituem a sua cultura. Por isso, não existem culturas deficientes, existem, sim, culturas diferentes. Porém, a escola privilegia o padrão cultural das classes dominantes em detrimento do padrão das classes dominadas. Nas palavras da autora “o aluno sofre, dessa forma, um processo de marginalização e fracassa” (p. 15). Tal fato não ocorre por deficiências intelectuais ou culturais do aluno, como defendiam a ideologia do dom e a ideologia das deficiências culturais.
O fracasso ocorre porque “os valores da escola atuam em sentido contrário ao dos interesses dos alunos e tendem a precipitar sua expulsão da escola. É como se o sistema fosse instalado para garantir que eles passem pela escola e a abandonem como analfabetos” (FREIRE, p. 70).
Para elucidar os caminhos possíveis para que a escola comprometida com a luta contra as desigualdades cumpra seu papel social, a autora sugere que as forças progressistas nela presentes sejam vitalizadas e direcionadas adequadamente garantindo, assim, às classes populares a aquisição dos conhecimentos e habilidades que as instrumentalizem para a participação no processo de transformação social.
Ao delinear esses caminhos, Soares ressalta que é imprescindível a todos os atores envolvidos no processo educacional que atuam na instituição (professores, diretores, supervisores e orientadores) a compreensão das relações entre linguagem e classe social, pois estas não se restringem à área do ensino de língua materna. Sendo a língua o principal instrumento de ensino e aprendizagem, sua importância envolve todas as matérias e todas as atividades. Afinal se a escola pretende cumprir seu papel de transformação não se pode negar o papel fundamental da linguagem.
Soares propõe o bidialetanismo para que o aluno possa adquirir a variante padrão sem esquecer seu dialeto para que consiga transformar suas condições de marginalidade. Assim, o “currículo dominante deve, gradativamente, vir a ser dominado pelos alunos “dependentes” de modo a ajuda-los em sua luta pela eqüidade social e pela justiça social” (FREIRE, p. 77).
A livro Linguagem e escola – uma perspectiva social de Magda Soares é um convite à reflexão sobre o ensino de língua portuguesa juntos às camadas desfavorecidas, reforçando a visão de uma educação transformadora e emancipatória rumo à autonomia e ascensão social do educando das camadas populares.
A leitura da obra é recomendada a todos os atores envolvidos no processo educacional, principalmente aqueles que atuam em escolas públicas destinadas às camadas populares. O modo como a autora aborda a temática contribui para a compreensão do fracasso escolar nas classes dominadas, construído sob interesses das classes dominantes. Ao mesmo tempo acena caminhos para uma política educacional que promova a ascensão social de seus educandos. Nas palavras da autora: “ensinar por meio da língua e, principalmente, ensinar a língua são tarefas não só técnicas, mas também políticas”.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Produção de bulas com o tema Preconceito Racial

Atividade realizada com alunos do segundo ano do Ensino Médio



terça-feira, 29 de setembro de 2009

Gestar II - Encontros em Guaraí

O Gestar II é um programa de formação continuada voltado para os professores dos Anos Finais do Ensino Fundamental. No município de Guaraí 14 professores participam da formação. Todos os professores são licenciados em Letras e/ou Pedagogia e possuem especialização. Os encontros presenciais são realizados tendo como foco a socialização dos assuntos discutidos em cada caderno de Teoria e Prática e relatos da utilização dos AAA em sala de aula pelos cursistas. Na fotos, os cursistas da turma de Língua Portuguesa estão participando da leitura e estudo em grupo do texto complementar "O que é Línguística? O que é sociolinguística?", seguido da discussão e debate em sala.
Postado por - Adriano Miranda - Formador de Língua Portuguesa

domingo, 27 de setembro de 2009

VOCÊ É UM PROFESSOR DIGIT@L?


Um professor digital é aquele que possui habilidades para fazer um bom uso do computador para si mesmo e, por extensão, é capaz de usá-lo de forma produtiva para o enriquecimento de sua prática docente.
A seguir, foram listadas algumas habilidades básicas necessárias ao professor digital. Quanto mais forem as habilidades possuídas, mais perto se chegará desse perfil.Vamos ao teste?


1. Possuo um endereço de e-mail e o utilizo,pelo menos, duas vezes por semana.
2. Possuo um blog, um site ou uma página atualizável na internet, onde regularmente produzo, socializo e confronto meus conhecimentos com outras pessoas.
3. Participo ativamente de um ou mais "grupos de discussão", fórum ou comunidade virtual ligada a minha atividade profissional.
4. Possuo algum programa de trocas de mensagens on-line, como o MSN, e o utilizo para fins profissionais pelo menos uma vez por semana.
5. Leio regularmente algum periódico on-line (mesmo que gratuito) sobre notícias e novidades relacionadas à Educação ou à minha disciplina específica.
6. Preparo materiais didáticos diversos usando um processador de texto, uma planilha eletrônica ou um programa de apresentações multimídias.
7. Faço pesquisas na Internet regularmente com vistas à preparação de minhas aulas e,preferencialmente, mantenho um banco de dados com sites úteis para a minha disciplina e a Educação em geral.
8. Preparo pelo menos uma aula por bimestre, de minha disciplina, onde os alunos usarão computadores e a sala de informática de forma produtiva e não apenas para "matar o tempo".
9. Mantenho contacto com o computador por, pelo menos, uma hora diária, em média.
10. Mantenho-me atento às possibilidades de uso pedagógico das novas tecnologias que surgem continuamente e tento implementar novas metodologias em minhas aulas.
E aí? Você se enquadrou em, pelo menos, três das habilidades listadas? Note que, em nenhum item da listagem foi colocada a necessidade de se possuir um computador, porque, de fato, isso não é,essencialmente, necessário para ser um professor digital.

(Adaptação de artigo de José Carlos Antonio.Formado em Física, professor atuante nas redes pública e particular de ensino há 25 anos, autor de material didático, editor de Ciências e Informática Educacional do jornal eletrônico ZOOM e colaborador do EducaRede desde 2003).
Postado por Adriana Santos (formadora GESTAR/UnB)

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Projeto Folclore Edição 2009 na Escola Municipal Daniel Batista desenvolvido pela Cursista Lucimar Pereira

Mesa com comidas típicas de "Norte a Sul"




Atividades Lúdicas da Gincana "Folclórica"
Gincana "Folclórica" desenvolvida na Escola


Culminância do Projeto Folclore 2009 com participação de toda Equipe Escolar

Segundo o diretor Ivo Hemkemeier, da Escola Municipal Daniel Batista, Palmas/TO "O gestar 2 de Português está possibilitando que a prática em sala de aula seja mais dinâmica e, consequentemente, mais envolvente propiciando melhoria no processo ensino-aprendizagem."

Apresentação da TP 3 - Gêneros Textuais em Palmas - TO

Cursistas e formadoras durante o Encontro do Gestar 2

Cursista Neide participando das atividades do TP 3

Cursista Lucimar com as formadoras Ruth Assunção e Gislene Camargos

Formadora Gislene resolvendo atividades sobre os Genêros Textuais (TP 3)

Cursista Lucimar Pereira realizando atividades da TP 3 com as
colegas cursistas Neide e Inocência da ETI Vinícius de Morais


Cartaz ilustrando os tipos textuais confeccionado pela cursita
Lucimar Pereira

A cursista Lucimar Pereira, da Escola Munipal Daniel Batista, apresentando a TP3 - Gêneros Textuais durante Encontro do Gestar 2